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Acordar de manhã, pular da cama e se sentir feliz é para quem pode ou para quem quer ser realmente feliz na vida? O que nos impele ou nos afasta da tão cobiçada felicidade? Sou feliz porque sou otimista ou sou otimista porque sou feliz? Felicidade e dinheiro andam juntos? Ter uma religião nos torna mais felizes? Viver sozinho ou viver junto com alguém: o que me faz mais feliz? São tantas perguntas que fazemos desde nossos primórdios sobre a tal felicidade que você já deve ter se questionado, e muito, sobre essa complexa emoção.
Um dos primeiros povos preocupados em conhecer mais a fundo a felicidade foram os gregos. Antes do aparecimento de Sócrates, eles acreditavam que a felicidade dependia da vontade dos deuses. Por sinal, esse conceito perdurou por muitos séculos em várias culturas do Ocidente. Mas Sócrates foi o pioneiro em afirmar que a busca da felicidade é uma tarefa de responsabilidade de cada um de nós, e que a filosofia seria um caminho para alcançá-la.
Séculos à frente, a Revolução Francesa tinha como um de seus ideais a busca dos cidadãos pelo direito à felicidade. Na atualidade, a felicidade é considerada um bem extremamente valioso e inquestionável. E aparece citada até na Declaração de Independência dos EUA: "todo homem tem o direito inalienável à vida, à liberdade e à busca da felicidade".
sentimento, felicidade
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